terça-feira, 16 de abril de 2019

LIVRO INCLUSIVO: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Olá queridxs.

 Este livro inclusivo é fruto de um trabalho de parceria feito com os alunos da disciplina de Educação Especial, turno Noturno, ministrada pela profª. Drª Maria Dolores na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Tem como objetivo contar um pouco da história de João, uma criança que foi diagnosticada com TDAH e enfrenta algumas dificuldades em seu dia-a-dia. 


                                                   Capa




                                                                 Pág. 1



                                                 Pág. 2



                                                    Pág. 3


                                                                          
                                                                              Pág. 4


              
                                                                           Pág. 5



                                                                         Pág. 6


 
                                                                          Pág. 7



Pág. 8



Pág. 9



                                                                            Pág. 10



Referências


Capa e pág. 1

Grupo 9
Aline Alves Laurentino
Bruna Larissa Santos da Rocha
Carla Deysiane da Silva Emídio
Jacione dos Santos Nascimento
Neuma Carla de Oliveira Miranda

Pág. 2

Grupo 7
Danielle Fernanda Lopes Matheus Dias
Manoa Pereira Vitorino Martins
Mariana Tenório da Silva Lima 
Raíssa Anselmo da Silva

Pág. 3

Grupo 8
Eryca Karollyna Leite dos Santos
Ilton César Mendes da Silva Oliveira
Vitória Cristina Pereira de Oliveira Silva
Monyque da Silva Alves
Naatália do Nascimento Santos
Lucicleide Guedes dos Santos

Pág. 4

Grupo 2
Bruna Regina da Silva Lima
Samyra da Silva Santos
Rosane Batista de Souza 
Alice Rany Cândido Balbino
Gessica Catarina França Gomes

Pág. 5

Grupo 10
Ana Clara da Silva Fernandes
Enaura Cristina da Silva Emídio
Everlane Roberta Rodrigues de Oliveira
Rosivaldo José dos Santos

Pág. 6

Grupo 6
Cínthia Souza Silva França
Ítala Maynara Texeira
Ivannilton Adelino de Oliveira
Kíssila de Melo Santos
Laudicéa Santos de Castro

Pág. 7

Grupo 1
Alexandra de Lima Oliveira
Cristiane Gonzaga da Silva
Luana Yhara Freire da Silva 
Cristina Itylane
Edla Alves Brasil
Dálete Priscilla de Albuquerque Pessoa

Pág. 8

Grupo 5
Janaína Eliziário da Silva Souza 
Josué dos Santos Souza Eliziário
Geane Maria da Silva Costa
Malba Maria da Silva Santos

Pág. 9

Grupo 4
Aldamir Miranda da Silva 
Dayana Silva de Andrade
Ercília Darling Amâncio Silvestre Martins
Maria Yasmin Almeida da Silva

Pág. 10

Grupo 3
Aracelle de Lima e Silva 
Maria Vitória Ferreira Silva
Maíra Avelino da Silva
Poliana Santana Xavier de Souza



AGRADECEMOS POR TER NOS ACOMPANHADO ATÉ AQUI. ESPERAMOS QUE TENHAM GOSTADO! ATÉ A PRÓXIMA.

segunda-feira, 15 de abril de 2019



Intervenções pedagógicas para crianças com hiperatividade

Olá, pessoal!

Hoje iremos falar sobre possíveis medidas que podem ser tomadas para ajudar e contribuir com o processo de ensino-aprendizagem de uma criança com hiperatividade em sala de aula, mesmo sabendo que as professoras não possuem formação plena para lidar com a situação, além de não haver apoio familiar nesse processo. Baseando-se na seguinte situação problema já exposta na primeira publicação deste blog:

" Quais medidas tomar quando há uma criança com hiperatividade em sala de aula e as professoras não possuem formação plena para lidar com a situação? Deve-se levar em consideração que a criança tem 7 anos de idade e não possui apoio familiar."


FAMÍLIA

Partindo do que foi informado, supõe-se que a criança já possua o diagnóstico, tendo em vista que uma criança para ser identificada como hiperativa precisa passar por análises clinicas e por profissionais especializados.
Diante dessa situação é importante que num primeiro momento as professoras solicitem a gestão da escola para que haja a realização de uma reunião com os pais ou responsáveis pela criança, juntamente, com os profissionais como, psicólogo ou psicopedagogo, de modo que seja salientado o quanto essa criança precisa de auxílio em seu desenvolvimento, visto as dificuldades enfrentadas pelas professoras ao lidar com a situação. É importante salientar que esta tarefa de unir a família aos processos educativos não é um processo fácil, no entanto, é essencial que sejam feitas quantas solicitações forem precisas para que de alguma maneira essa relação seja estabelecida, tendo em vista que a não participação da família fere os direitos da criança e compromete o seu desenvolvimento.


                               Fonte da imagem: https://br.pinterest.com/pin/281967626652497234/

        
Assim como foi abordado em uma de nossas publicações é de extrema importância a participação da família no ambiente escolar, mas não havendo nenhum retorno e nenhuma relação de contribuição para promover um melhor processo de integração e inclusão da criança aos processos educativos é fundamental que os profissionais da educação mesmo diante das inúmeras dificuldades vivenciadas possam contribuir para que a formação da criança se dê da melhor forma possível.


FORMAÇÃO

É afirmado no caso exposto que as professoras não possuem formação plena para lidar com o fato de haver uma criança com hiperatividade em sala de aula. No entanto, para haver uma melhora dos processos de ensino-aprendizagem é de extrema importância que elas estudem sobre o transtorno da criança, obtendo conhecimento sobre esta condição, tendo em vista que é inviável promover soluções para aquilo que não se tem conhecimento.
A partir dos estudos, pode-se ter acesso as informações necessárias para dar início a um trabalho educativo que melhore não só suas práticas pedagógicas, mas promovam a inclusão da criança as atividades que serão propostas, a socialização com as outras crianças, dentre tantos outros aspectos que podem ser desenvolvidos a partir do momento que as professoras tenham fundamentação teórica para lidar com as questões que lhes são postas no dia-a-dia.


                               Fonte: https://annelisegripp.com.br/o-que-e-conhecimento-como-adquirir/ 



ATIVIDADES PROPOSITIVAS

Para que obtenha-se um bom desenvolvimento intelectual  e social é importante que essas professoras façam intervenções para a  construção do saber, focando nas dificuldades específicas dessa criança, ajudando na capacidade de raciocínio, na tolerância as frustrações, saber esperar, aprender a ouvir, dentre outros.
Pode ser trabalhado com a criança hiperativa de forma lúdica a utilização de jogos de regras, de raciocínio lógico, os de memória, os de exercícios sensório-motor. Podemos destacar: dama , carta, amarelinha, xadrez, bola de gude, dentre outros. Esses jogos irão ajudar a criança com hiperatividade ter noções de limites, regras, aprender a ganhar e a perder, etc.


 O uso de sucatas para crianças com hiperatividade é bastante salutar, tendo em vista que podem desenvolver sua criatividade, podendo o educador introduzir os conhecimentos disciplinares. Além disso, podem ser trabalhados os contos de fadas, gibis, livros e revistas com temas que a criança goste, de modo que desperte interesse e ajude no processo de ensino e aprendizagem. Ademais, podem ser desenvolvidas atividades que auxiliem nesse processo, tais como:


Pintura e argila

Brincadeiras com pintura e argila proporcionam às crianças com hiperatividade a oportunidade de se expressarem por outros meios que não sejam necessariamente a comunicação verbal. Pintura e argila também colaboram com a autoconfiança, pois não há nenhuma abordagem adequada ou errada em utilizar os materiais.

Montando blocos

Muitos de nós já brincamos com aqueles famosos blocos de construção. Isso faz muito bem. Vale dizer que crianças com hiperatividade podem ter dificuldade de completar algumas tarefas, trazendo consequentemente frustrações e impaciência. Os brinquedos de montar são fáceis de usar e têm peças que possibilitam o manuseio. Importante notar que isso ajuda as crianças a criarem uma estrutura única em um tempo curto, o que pode ajudá-la a adquirir confiança.

Prática de esporte

Crianças com hiperatividade devem praticar esporte. Melhor ainda quando praticados coletivamente. Os pequenos gastam muita energia e aprendem a obedecer regras; a seguir orientações, etc.

Incentivando a leitura das crianças

Nada melhor que praticar a leitura. É aconselhável que as professoras escolham livros com letras grandes e frases curtas, além de optar por aqueles que tenham muitas figuras, histórias curtas e interessantes para atrair o pequeno. Isso ajuda seu pequeno a permanecer mais concentrado por muito mais tempo. Livros com conteúdo lúdico são altamente indicados.

Livros para colorir

O que veio para suprir a ansiedade dos adultos pode também ter grande utilidade para as crianças com hiperatividade. Esses livros são excelentes para desacelerar a impulsividade, além de ser uma ótima terapia e sem contraindicações.

Montando quebra-cabeça

O quebra-cabeça é uma brincadeira que desafia a inteligência da criança com hiperatividade e as demais que vivem sem o transtorno. Deve-se ressaltar que a atividade estimula o pensamento lógico, a composição e decomposição de figuras, discriminação visual, atenção e a concentração.

Adivinhação

A adivinhação é responsável por estimular uma série de aspectos: pensamento lógico, o reconhecimento do todo por uma parte, a dedução, a atenção, a observação, a nomeação e a discriminação visual. Os pequenos podem descobrir, por meio da atividade, que poderão alcançar resultados mais satisfatórios, sobretudo se fizerem perguntas mais objetivas.

Morto-vivo

Brincar de morto-vivo é fundamental para estimular a concentração e o controle da impulsividade do pequeno, além de ser muito divertido.

Estátua

Assim como a atividade acima, a brincadeira de estátua também é ótima para a atenção e o controle do impulso. As crianças passam a desenvolver essas habilidades.


Esperamos ter ajudado os profissionais da educação a saber um pouco como lidar com essas situações, e as famílias que têm criança com hiperatividade e que eventualmente venham a visitar nosso blog possam perceber o quão importante é o trabalho em conjunto da  escola e família para o desenvolvimento de nossas crianças.

        Agradecemos a visita e até a próxima!


Acesso: 15/04/2019 às 18:26

Diaponível em:  https://neurosaber.com.br/
Acesso: 15/04/2019

quarta-feira, 10 de abril de 2019


A Hiperatividade é um dos elementos mais comuns do TDHA. Com objetivo de compreender um pouco mais sobre TDHA, esse vídeo nos leva a uma reflexão, sobre as consequências dos sintomas desse transtorno, quando não observados  pela família, amigos e educadores durante a infância.

Fonte do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=XfAp8_706OU

Fonte do texto: https://dda-deficitdeatencao.com.br/hiperatividade.html






Recado para estudantes de pedagogia, educadores e profissionais da área..


quinta-feira, 4 de abril de 2019



         Como já mencionado em outra postagem, o diagnóstico de uma criança com hiperatividade só pode ser dado por um especialista, sendo um procedimento totalmente clínico. No entanto, o próprio professor ao conviver com as crianças e observar os seus comportamentos pode perceber sinais que indique  a necessidade de se procurar esse especialista para um possível diagnóstico, mas muitas vezes ao solicitar que a família procure esse atendimento especializado – pois se trata de investir na formação dos filhos – não há interesse, que pode ocorrer por motivos diversos como, por exemplo, não aceitar que a criança tem determinada dificuldade.
        Conforme previsto no artigo 205 da Constituição Federal, “a Educação é um direito de todos, um dever do Estado e da família” e como dever da família não basta apenas matricular a criança, mas é de sua inteira responsabilidade acompanhar e auxiliar em todo o processo de aprendizagem da mesma.
         O artigo publicado na revista Id on Line, de autoria de Sheylla Ferreira, Marta Coutinho e Maria Sobral, cujo tema abordado é sobre “A importância da Participação da família na Educação escolar”, traz reflexões interessantes sobre a relação escola/ família, um aspecto muito propício diante da nossa “situação-problema” que estamos a discorrer.
Vejamos alguns trechos da abordagem:
“Diante da realidade a qual as escolas enfrentam devido à ausência da família, e que vem gerando grande dificuldade, é que a escola não deve desistir de buscar essa parceria, sem culpas, é impossível haver aproximação quando só são marcados encontros para falar de problemas. Isso causa antipatia e repulsa.” (p. 495)
“A realidade é difícil, mas quando a família é ausente, a escola deve desenvolver ações que possa aproximá-los, e que ela venha fazer parte da escola, e quando isso não acontece, o melhor a fazer no momento, enquanto espera esse processo acontecer é dar continuidade ao seu projeto de integração da família com a escola, é enfatizar mais ainda a formação dada na escola ao aluno, para que ele possa levar para casa esse aprendizado, e que a família comece a refletir e sentir a necessidade de participar junto à escola, da vida escolar dos alunos.”(p. 497)
Então, caros leitores, não desanimem em cultivar essa parceria, a luta constante na tentativa de promover uma melhor qualidade de vida para essa criança, pode possibilitar que a família reconheça a importância dessa participação no processo de desenvolvimento e que sem essa parceria o trabalho em promover uma formação integral fica extremamente comprometido. Assim, aliando família e escola, há maiores chances de um melhor rendimento e desenvolvimento, principalmente, quando se trata de uma criança que apresenta alguma deficiência, transtornos, etc.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

                                             Fonte da imagem: http://www.ocuidador.com.br/noticias_det.php?id=372


Para os professores e professoras, não é tarefa fácil lidar com crianças que apresentam sintomas de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e em se considerando que muitas das formações não preparam o docente para tal realidade, a sala de aula torna-se um ambiente cheio de desafios a serem rompidos.
E como forma de superar alguns desses desafios, seguem algumas dicas:


Estratégias que podem ser usadas em sala de aula

  • Arrumar a cadeiras de forma que permita ao professor ter contato direto com todos os alunos (sempre manter contato visual) ;
  • Manter o estudante longe de distrações auditivas e visuais (Ex: corredor, porta);
  • Colocar uma criança que seja modelo de atenção ao lado da criança distraída (sem comparação entre elas, a criança deve servir como modelo e não rival)
  • Estabelecer uma rotina de aulas e agenda;
  • Conscientizar a criança do tipo de prejuízo que alguns comportamento trazem pra ele e para o grupo.


A criança não gosta de ficar sentada?

  • Incentivar a participação ativa da criança (ajudante do professor);
  • Elaborar tarefas que faça com que a criança levante-se sem que o andamento da aula seja "atrapalhado" (Ex: pedir a criança para buscar materiais, apagar quadro, recolher trabalhos);
  • Oferecer pequenos intervalos entre as tarefas.



 Como facilitar o desenvolvimento da aprendizagem?


  • Valorizar a organização, oferecendo tempo para que os alunos organizem os materiais que serão usados antes das atividades;
  • Aproximar-se da criança quando estiver dando explicações ou oferecendo atividades;
  • Repetir ordens e instruções. Fazer frases curtas, pedir para o aluno repetir, certificando-se sempre se ele entendeu;
  •  Passar o conteúdo de forma fracionada, propondo exercícios a cada passo;
  • A criança deve ter reforços positivos quando for bem sucedido. Isso ajudará elevar a auto-estima, procurar elogiar e incentivar o que a criança tem de bom e valioso;

Caros professores, esperamos que as dicas sejam úteis. Lembrem-se que os desafios não são apenas seus, as crianças hiperativas lutam com todas as forças para superar uma deficiência no sistema nervoso, estar por horas sentados, concentrados faz com que eles tenham o ambiente escolar por "chato" e é nossa função, como mediadores, tornar o processo de aprendizagem mais agradável.  

Até a próxima postagem!!!

Fonte: https://www.psicoedu.com.br/2017/01/tdah-sala-de-aula.html

sábado, 30 de março de 2019


 " TENHO UMA CRIANÇA MUITO AGITADA, PARECE QUE VIVE NO MUNDO DA LUA. NÃO SEI MAIS O QUE FAZER... "



Quem nunca ouviu frases como essas, provavelmente, em algum momento ouvirá. Isso porque, de modo geral, há uma grande dificuldade para lidar com crianças que são muito ativas e inquietas, que vivem saltitando, correndo e não conseguem ficar paradas por muito tempo. 
Há, é bem verdade, crianças mais agitadas que outras, mas isso não significa necessariamente que elas apresentam algum déficit ou estado que necessite de maior atenção. No entanto, é importante estar atento a esses comportamentos e compreender se há a necessidade de procurar a ajuda de algum especialista que possa diagnosticar e evidenciar se as atitudes das crianças são normais ou se necessitam de uma atenção específica. 
Com base nisso, por meio deste blog, você poderá conhecer um pouco mais sobre a hiperatividade e  aprenderá com base numa situação-problema algumas medidas que podem ser tomadas para lidar com uma criança hiperativa em sala de aula.

Mas o que é hiperatividade?

Hiperatividade é um estado excessivo de energia, que pode ser motora (física, muscular) ou mental (intenso fluxo de pensamento). Pode ser também sinônimo de aumento e/ou excesso de atividade; comportamento hipercinético (hiper = muito; cinestia = movimento). Em geral o hiperativo é desatento, não possui um bom desempenho na escola e tende a ter problemas com a leitura e outras tarefas acadêmicas. Frequentemente esse transtorno pode ser acompanhado de outros atrasos no desenvolvimento como dificuldades na fala e falta de habilidade (dispraxia), pode também se manifestar por inquietações, nervosismos e movimentos excessivos. 

Quais os principais sintomas?  

Os principais sintomas em criança são: estar sempre inquieto; estar sempre se mexendo (pés e mãos) e tamborilando dedos; sempre se levantar quando é para ficar sentado; ficar correndo, perambulando e falando excessivamente; ter dificuldades em participar de brincadeiras calmas. Além disso elas podem apresentar: problemas respiratórios; má postura física; andar descoordenado ou desengonçado; tendência para tropeçar, ir contra coisas,  quedas, acidentes; poucas habilidades com trabalhos manuais; fazer xixi na cama em idades avançadas, muitas vezes com 8 e 9 anos.

Quem pode fazer o diagnóstico?

O diagnóstico é fundamentalmente clínico, realizado por profissional ( de preferência, psiquiatra) que conheça profundamente o assunto e que necessariamente descarte outras doenças e transtornos, para então indicar o melhor tratamento.



Agora que já sabemos o que é hiperatividade e algumas de suas características, veremos a situação-problema que será pauta para as próximas publicações, tendo em vista que com base nela iremos sugerir possíveis alternativas e medidas que os professores que possuem alguma criança que apresente sintomas hiperativos em sala de aula podem utilizar.

Situação-problema

"Quais medidas tomar quando há uma criança com hiperatividade em sala de aula e as professoras não possuem formação plena para lidar com a situação? Deve-se levar em consideração que a criança tem 7 anos de idade e não possui apoio familiar."


Agradecemos pela leitura até aqui! Te esperamos na próxima publicação...





LIVRO INCLUSIVO: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Olá queridxs.  Este livro inclusivo é fruto de um trabalho de parceria feito com os alunos da disciplina de Educação Especial, turno No...